Quero ser cliente
Central de Vendas 0800 707 4774 ou 54 3544 1800
Postado em 09 de Abril de 2019 às 08h01

Conheça a importância da vitamina D para a saúde da mulher

Nutriente tem ação preventiva desde a infância até o fim da vida fértil

A vitamina D é um pró-hormônio relevante em importantes fases da saúde da mulher. Essencial para um crescimento saudável na infância, dado que previne o raquitismo; na adolescência, o seu equilíbrio no organismo contribui para a prevenção da Síndrome dos Ovários Policísticos, endometriose e infertilidade. Já na gestação, é responsável por prevenir a diabetes gestacional, baixo peso fetal e complicações de parto. E no fim da vida fértil da mulher, a menopausa, tem papel fundamental na manutenção dos níveis normais de cálcio e fósforo no sangue. Com a ajuda ginecologista e obstetra, Lilian de Paiva Rodrigues Hsu (CRM 59082 ? SP), entenda melhor cada um desses períodos e a implicação que a falta de vitamina D pode trazer.

1. Na infância
As crianças devem receber suplementação de vitamina D como principal medida para prevenção de raquitismo. O Ministério da Saúde recomenda para recém-nascidos a suplementação medicamentosa de 400 UI de vitamina D/dia, a partir da primeira semana de vida até os 12 meses. Essa suplementação é imprescindível e fundamental até o final do primeiro ano de vida. A partir do 13o mês, a suplementação é recomendada como imunomodulador e também para aquelas crianças que são pouco expostas ao sol.

2. Na adolescência e fase adulta
A deficiência de vitamina D afeta o metabolismo ósseo e pode contribuir para estados de subfertilidade, Síndrome dos Ovários Policísticos e endometriose. Além disso, níveis adequados melhoram os resultados da fertilização in vitro.

3. Na gravidez
Uma metanálise publicada na revista médica British Medical Journal demonstrou que há maior risco para pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, baixo peso fetal e vaginose bacteriana quando os níveis de vitamina D, na gestante, estão abaixo do normal. Em outra meta-análise, a suplementação mostrou efeito positivo sobre a redução do baixo peso ao nascer. Alguns estudos também já relacionaram a falta desta substância com diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, recém-nascido com baixo peso e vaginose bacteriana.

4. Na menopausa
A vitamina D tem papel fundamental na manutenção dos níveis normais de cálcio e fósforo no sangue. Essas alterações podem ser bastante significativas para a mulher. A baixa quantidade deste mineral nos ossos causa sua fragilidade, a osteoporose. Assim, a reposição em idosos promove a melhora do tônus muscular, reduz a incidência de queda e de fraturas. ?O Brasil, embora ensolarado, apresenta alta incidência de hipovitaminose D. Estima-se que aproximadamente 80% da população do meio urbano esteja com os níveis abaixo do esperado, suscetíveis a doenças. Hoje, no mercado, existem outras formas de equilibrar os níveis inadequados de vitamina D no organismo que não apenas pelo sol. Para saber a necessidade de suplementação, deve-se procurar um médico?, explica o especialista.

Fonte: Guia da Farmácia
Link: https://guiadafarmacia.com.br/conheca-a-importancia-da-vitamina-d-para-a-saude-da-mulher/

Veja também

Biossimilares: entenda sobre esses medicamentos19/07/19 Medicamentos biossimilares, diferentes dos genéricos, são uma versão de um medicamento biológico existente, produzido por um processo complexo envolvendo organismos vivos Os medicamentos biossimilares são uma versão de um medicamento biológico existente. São produzidos por um processo complexo envolvendo organismos vivos. Um biossimilar só pode ser produzido quando a patente do medicamento de referência......
ONU: uso excessivo de remédios pode matar 10 milhões ao ano até 205030/04/19 Relatório de entidades ligadas à Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado hoje (29), alerta que o uso excessivo de medicamentos e os consequentes casos de resistência antimicrobiana podem causar a morte de até 10 milhões de pessoas todos os anos até......
Em 2018, mais de 20 milhões de crianças não foram vacinadas no mundo16/07/19 Dados da ONU se referem à imunização contra sarampo, difteria e tétano Dados de agências da Organização das Nações Unidas (ONU) revelam que 20 milhões de crianças em todo o mundo não foram vacinadas contra doenças como o sarampo, a difteria e o tétano em......

Voltar para Notícias